O planejamento sucessório é um assunto que costuma gerar uma mistura de sentimentos, desde o desconforto até a necessidade prática. Afinal, falar sobre o futuro e questões envolvendo a distribuição de bens pode parecer distante e difícil, mas a verdade é que ninguém está isento de imprevistos.
O luto é um processo tão complexo da psicologia humana que é natural que alguns sentimentos aflorem mesmo quando não conhecemos quem faleceu. E existe um cenário em que isso se torna ainda mais forte: o luto coletivo. Especialmente em grandes tragédias e comoções, esse sentimento é bastante comum.
Independentemente das motivações e vantagens, a cremação tem se tornado uma opção cada vez mais comum no Brasil. Dados recentes mostram que apenas o total de crematórios no país aumentou quase 1.000% nos últimos 20 anos, além de um crescimento de 35% no total de procedimentos apenas em 2023.
Quando alguém que a gente gosta – um parente, amigo, colega de trabalho – enfrenta a dor da perda, é natural que queiramos mandar uma mensagem e demonstrar nossos pêsames e condolências. Escrever uma nota de pêsames, no entanto, pode ser complicado, não é mesmo?
Lidar com a perda de alguém querido é um dos momentos mais difíceis da vida. É uma situação que nos coloca diante da necessidade de encontrar palavras reconfortantes, mas também nos alerta sobre o que não dizer. O que falar quando alguém morre, o que não falar e como confortar um amigo ou parente enlutado são os temas do nosso artigo de hoje.
O que é a alma é uma pergunta feita pela humanidade há milênios. Entendo o que é a Bíblia, a filosofia e as religiões dizem.
Planejar o futuro é algo que todos fazemos em diferentes aspectos de nossas vidas, seja no trabalho ou na família. Mas não é fácil ter esse mesmo pensamento em situações críticas de saúde, especialmente quando não se pode expressar seus desejos, o que torna o documento conhecido comoTestamento Vital ou Diretiva Antecipada de Vontade (DAV) tão importante.
Tanatofobia é uma palavra tem origem grega, junção de “thanato” (morte) com “phobos” (temer ou ter medo). Entenda.
Quando se fala no planejamento dos bens após a morte, é muito comum se pensar no testamento. Mas existe um outro documento que é tão importante quanto e pode ser relevante para resolver questões que se tornam mais complexas em momentos de dor: entender o que é e como funciona o codicilo.
A morte é um dos poucos eventos que seguem cercados de incertezas, mesmo em um momento de avanços científicos, não é mesmo? Mesmo que seja inevitável, é um tema que levanta muitas perguntas e, quando se pensa no que acontece com o corpo após a morte, a necropsia pode ajudar a dar algumas respostas.